domingo, 29 de junho de 2008

Sugestões para EBF






Temas:


Das Crianças é o Reino de Deus1º dia: Davi2º dia: Samuel3º dia: Timóteo (ou Moisés)

Samuel, o menino que ouvia Deus1º dia: A oração de Ana2º dia: O chamado de Samuel3º dia: O ministério de Samuel

Família: presente de Deus1º dia: Deus fez a família2º dia: A família deve ser unida (Noé - construção da arca)3º dia: A família de Timóteo

O verdadeiro herói1º dia:Transformando água em vinho2º dia: Andando por cima do mar3º dia: A ressurreição

É muito bom louvar á Deus!1º dia: Os muros de Jericó caem ao chão2º dia: Paulo e Silas na prisão3º dia:

Alguém se importa com você!1º dia: Jesus abençoa as crianças2º dia: O menino que repartiu o lanche(ou Moisés)3º dia: O pequeno Samuel (ou a filha de Jairo)

É melhor obedecer!1º dia: Jonas2º dia: Noé3º dia: o servo Geazi(ou Acã)

Um plano especial1º dia:Como é o céu? Quem pode entrar no céu?2º dia: Quem é Jesus?3º dia:

Como chegar até Jesus?1º dia:A criação do mundo2º dia: O pecado entra no mundo3º dia: alguém nos salva do pecado

quinta-feira, 26 de junho de 2008

LIÇAO OBJETIVA


1. Uso de Objetos ou Coisas


Ainda que nem sempre, é fato que Jesus ensinou por meio de lições objetivas. Ele buscou fazer da verdade uma coisa concreta e viva, e este método naturalmente deu resultado. Ele se utilizou do seu princípio geral, duma forma ou doutra, mais que de sua prática específica. Temos, porém, vários casos bem definidos e interessantes do emprego que Jesus fez de objetos.


1) A natureza e o valor dos objetosOrdinariamente, quando se fala em lições objetivas, pen¬samos logo no uso de coisas que simbolizam ou sugerem a ver¬dade a ser ensinada. Isso inclui modelos, quadros, desenhos, mapas e outros materiais semelhantes. Um modelo da arca de Noé, ou do tabernáculo, ou do conjunto duma missão es¬trangeira é valiosa ajuda para aclarar e avivar a cena a ser dis¬cutida. Também o uso de bons quadros ou de desenhos no quadro-negro ajuda bastante a apresentação de cenas bíblicas ou missionárias, como de outras verdades.


O planetário numa es¬cola pública, mostrando a posição relativa do sol e da terra, torna muito mais clara a razão da mudança das estações do que uma definição abstrata ou uma explicação como esta: "A mudança das estações deve-se à inclinação do eixo da terra para o plano da eclíptica, ao mesmo tempo que a terra rodeia o sol." Note-se, porém, que objetos simbólicos, como um bocado de pão para representar que Cristo é o Pão da Vida, cu clarear um copo de água escura ou turva por meio de elementos químicos para mostrar como a regeneração limpa o coração do pe¬cador, são métodos não muito recomendáveis porque as crian¬ças podem tomar o figurado pelo real.


O valor dos objetos está no apelo à vista, aos olhos, e no modo definido e prático pelo qual representa aquilo que se descreve. Por meio de coisas que os alunos podem ver, conse¬guimos de modo eficaz prender o pensamento, a atenção e o interesse deles, bem mais do que por palavras que lhes dirigi¬mos; tanto que alguns afirmam que 80% de nossos conheci¬mentos nos vêm pelos olhos. Quase que invariavelmente lembra¬mos bem mais aquilo que vemos do que aquilo que ouvimos. Um dos professores mais fracos que este escritor conheceu en¬sinou uma das lições mais profundas que ele aprendeu na vida, quando desenhou no quadro-negro uma escada mais larga no topo do que no pé, para com aquilo ilustrar que, quanto mais subimos no terreno da educação, maiores são as oportunidades que temos na vida. Os professores Í3rão muito bem em buscar usar desembaraçadamente o quadro-negro.


Eduardo Leigh Pell diz: "Falamos de princípios gerais, quando devíamos mostrar coisas concretas. Não poucos mestres gastam meia hora, tentando explicar uma coisa com palavras de sua boca, quando um lápis, um pedaço de papel e duas ou três linhas retas ou curvas tornariam em dois minutos aquilo tão claro como a luz meridiana." E acrescenta: Se o católico ro¬mano se mostra mais afeiçoado à sua Igreja do que o protes¬tante, é em grande parte porque àquele se deixa ver e manusear as coisas ao passo que ao protestante se exige que as alcance com a imaginação."


2) O uso que Jesus fez de objetosUm dos exemplos mais fortes do uso de lições objetivas pelo Mestre é aquele que nos fala de quando ele tomou um menino e o pôs no meio dos discípulos, para ensinar qual a atitude que devemos tomar para com o Reino de Deus (Mat. 18:1-4). Os discípulos pensavam que o Reino era algo com escalas e ordens hierárquicas, e, portanto, com promoções e dis¬tinções especiais. Assim, ambições e egoísmos ocupavam seus corações, e já discutiam qual deles seria o maior. Daí Cristo perguntou: "Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?" (v. 1). Ao que parece, sem qualquer outra palavra de explica¬ção ou de discussão, chamou uma criança e a pôs no meio deles. Vendo eles a modéstia, o desinteresse e a humildade exemplifi¬cados na criança, Jesus lhes disse que deviam tomar a atitude da criança para poderem entrar no Reino. E, daí, acres¬centou: "Quem, pois, se tornar humilde como este menino, esse será o maior no reino dos céus" (v. 4).


Era a maior lição sobre a modéstia e contra o mal do orgulho que a humanidade recebia naquela hora.Temos também exemplo de Jesus lavando os pés a seus discípulos (João 13:1-15). Os povos orientais usavam sandá¬lias. Caminhando por estradas poeirentas, os pés sujavam-se muito. Entrando numa casa, para uma visita ou uma festa, era costume o criado da casa tomar uma bacia de água e uma toalha para lavar e enxugar os pés dos visitantes. Parece que na hora não estava nenhum dos da casa, e Jesus foi fazer o papel de criado. Assim lavou e enxugou os pés dos discípulos. Fez aquilo de modo mui natural e normal, para atender a uma necessidade. Assim agindo, o Mestre mostrou a dignidade e grandeza do serviço humilde. Era uma demonstração do que qualquer pessoa deve fazer em semelhantes circunstâncias.


Era também outra lição sobre a humildade e uma das mais expressivas lições que Jesus deu em sua vida. Terminou aquilo, dizendo: "Se eu, pois, sendo Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. Porque vos dei exemplo, a fim de que, como eu fiz, assim façais vós também" (vv. 14 e 15).Noutra ocasião vieram tentá-lo representantes dos fariseus e dos herodianos, e lhe perguntaram se era lícito ou não pagar tributo a César. Sem argumentar, Jesus lhes pediu que mos¬trassem uma moeda de tributo, e lhe trouxeram um denário. Daí, exibindo-lhes o denário, o Mestre perguntou: "De quem é esta efígie e inscrição?" Responderam: "De César." Então o Mestre lhes disse: "Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mat. 22:15-22).


Jesus fez pelo menos duas coisas, ao usar aquele objeto. Por um lado chamou a atenção, pois que não se falha nunca ao empregar este método. Doutro lado, usou-o como instrumento para ensinar o dever de se pagar tributos, mesmo que fosse a César, e tam¬bém nosso dever de dar ao Senhor, visto que aquilo que possuí¬mos pertence a ele. Mui provavelmente nenhuma outra afirma¬tiva de Jesus tem sido mais citada do que esta, no decorrer dos séculos.Outros exemplos incluem a instrução dada pelo Mestre, quando disse aos do e que sacudissem o pó de seus pés, quan¬do, agindo como missionários dele, deixassem uma casa ou ci¬dade que não os recebesse bem (Mat. 10:14). Isso simboli¬zava que haviam cumprido seu dever para com a comunidade e que já o sangue deles não cairia sobre os discípulos.


Também o caso do paralítico trazido por quatro amigos proporcionou ao Mestre uma demonstração objetiva do seu poder de perdoar os pe¬cados dos homens, quando os escribas o acusaram de blasfêmia, dizendo que só Deus podia perdoar pecados (Mat. 2:6-12). Se ele podia curar a paralisia, também podia perdoar pe¬cados, pois que isto não era mais difícil que aquilo, igualmen¬te o Mestre provou sua divindade, dando vista ao cego, fa¬zendo andar o coxo, dando ouvidos ao surdo, quando João Ba¬tista, assaltado pela dúvida, enviou os mensageiros para lhe perguntar se ele era mesmo o Cristo (Mat. 11:2-6).


Assim, temos abundantes provas de que Jesus usou lições objetivas para tornar seu ensino mais atrativo, mais claro e mais impressionante. Alguns dos seus ensinamentos mais lembra¬dos foram assim apresentados.


Podemos usar o mesmo método, se desejarmos. C. H. Woolston foi pastor da Igreja Batista do Leste de Filadélfia mais de quarenta anos, em grande parte por ter centralizado seu ministério nas crianças c desenvolvi¬do um elaborado sistema de lições objetivas na apresentação de suas mensagens. Podemos usar, com grande proveito, o qua-dro-negro, cartazes e gravuras, bem como reproduções d: qua¬dros notáveis.


J. M. Price - A PEDAGOGIA DE JESUS, O Mestre por Excelência, 3º edição, JUERP

3o Encontro de Professores Diocese do Recife





DIOCESE DO RECIFE
Secretaria de Missão e Evangelismo Infantil

Tema: DINAMIZANDO O CULTO INFANTIL



E o menino Samuel, crescia em estatura e em graça diante do Senhor e dos homens.” (1Sm.2:26)



Dia 12 de Julho 2008 ( Sábado todo)
Local: Catedral do Bom Samaritano
Rua Dr. José Maria de Miranda, 560 – Boa Viagem


RESERVAS / INSCRIÇÕES





Investimento: R$ 8,00 (apostila + 2 cd´s Louvor e Cantata de Natal) almoço por conta do participante



Ajudando você a evangelizar crianças

O Livro Sem Palavras

História do Livro Sem Palavras:

Um Meio Colorido de Comunicar o Evangelho!

Descubra o Seu Rico Legado

O Livro Sem Palavras,primeiro com apenas três páginas-nas cores preto,vermelho e branco-foi apresentado por Charles Spurgeon em 1866. Ao pregar no Tabernáculo Metropolitano, em Londres, seu sermão tinha o título "O Livro Sem Palavras". O Sr.Spurgeon falou sobre um antigo ministro que reuniu três páginas e as folheava freqüentemente para lembrar-se dos seus pecados, do sangue de Cristo derramado por ele e da purificação "mas branca do que a neve" concedida para ele.

Não se sabe quando a página dourada foi acrescentada,mas ela trouxe outra dimensão .HarryA.Ironside,que se tornou pastor da Moody Memorial Church,em Chigago. O Livro Sem Palavras estava sendo publicado em Londres, na época.
Quando a CEF começou a imprimir o livrinho,15 anos mais tarde,eles adicionaram a última cor,verde,para representar o crescimento na nova vida. Publicaram também um folheto ensinando como usar o livro,e incluindo versículos bíblicos para cada página.

Um Legado Contínuo para as Futuras Gerações...
Nos anos que se seguiram,o Livro Sem Palavras foi levado por missionários a mais de 120 países do mundo,guiando milhares de meninos e meninas a Cristo. Por meio da linguagem universal da cor, Deus tem usado este meio eficaz para comunicar sua maravilhosa Mensagem da Salvação, talvez mais do que qualquer outro instrumento na História.Você pode também participar deste rico legado dos que têm sido fiéis na evangelização de crianças.O Livro Sem Palavras foi também ensinado às crianças salvas que desejavam compartilhar sua fé com outros.Muitas crianças foram levadas a Cristo por outras crianças usando esta ferramenta simples. Transmita instruções claras e dê oportunidade para a prática à medida que passa este rico legado a uma nova geração.

(FONTE:Retirado da Bíblia de Recursos para o Ministério com Crianças-Editora HAGNOS e Elaborada com a APEC.)

sábado, 14 de junho de 2008

PASTOREIO INFANTIL


Ser pastor(a) de CRIANÇA é privilegio ou não de alguns, porém se você quer mesmo ser um e tem vocação divina deve tomar os seguintes cuidados. Segundo o autor do livro o Jovem Pastor, John B. Wilder, com sua longa experiência de ministério, alerta aos vocacionados acerca de alguns erros que devem ser evitados e como prevenir-se das dificuldades que possam ocorrer no seu pastoreio.
Ser Ministro(a) é ser pastor(a) ou guia espiritual. O verbo ministrar significa servir, atender ou contribuir. Só a chamada já é poderosa para fazer que você resista a tudo nas horas difíceis. Se você foi chamado para o ministério sagrado, saberá tirar partido das dificuldades, e não renunciará, não deixará sua igreja, mas a ela se sentirá ainda mais ligado, na solidariedade dos momentos duros.
Existem alguns fundamentos necessários ao ministério como a fidelidade, crença, convicção, reconhecimento, dedicação.
A fidelidade consciente à Palavra de Deus - é necessário que você tenha a Bíblia como sua única regra de fé e prática, acatando sua autoridade, nela pautando tanto o que disser como o que fizer.
A crença inabalável no valor da alma humana - há de dizer-se que a alma é o homem: é o que e quem ele é. É o centro de sua inteligência, de seu caráter e de sua coragem. Quando se trabalha com a alma, se lida com a eternidade. (Gn.2:7)
A convicção de que fora de Cristo não há salvação - importa lembrar o que diz a Bíblia: “... porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos”(Atos 4:12). Ter ainda convicção de que o diabo existe
(João 10:10) mas,
Dedicar a sua vida ao Espírito Santo de Deus, apossar-se da verdade de que sem Deus você nada fará com êxito em seu ministério.
Como pastor(a) de crianças existem muitas cobranças a respeito da idoneidade, de apresentar um bom testemunho, por esta razão você não deve dar lugar a má fama. Que todos saibam guardar distância de você e lhe atribuírem respeito. Não deve um pastor(a) ser contador de piadas inconvenientes, nem ser dado a palavrões, pois o mesmo atrofia a alma. Zele pelas ilustrações de suas lições, para não dar lugar a exageros que pendam pela mentira. Chegando as vezes a pregar heresias as crianças, adolescentes, jovens e adultos. Tenha certeza do que você está oferecendo ao seu aluno, desta aplicação dependerá a colheita.
Ø O lugar do pastor(a) é junto do seu rebanho, portanto deve ser cuidadoso(a) por onde tens andado.
Ø Ministrar a crianças não é tarefa fácil, mas é agradável. Mesmo que você exerça outra função que não seja de educador, seu amor e zelo pelo ministério infantil devem estar acima de tudo e de todos.
Ø O Professor deve ser cuidadoso com sua aparência externa tanto quanto como a interna. Algumas tarefas são atribuídas aos professores /pastores como o cuidado que deve ter com o seu rebanho. Sua tarefa é ensiná-las, socorrê-las nas necessidades espirituais e leva-las à salvação pessoal.
Ø Ele(a) deve ser pessoas preparadas em relações humanas. Deve saber guardar segredos e confidências que por ventura venha a recolher no exercício do seu ministério (Tg.1:26)
Ø Tenha um coração de tal maneira sensível que possa compreender a dor alheia, os impulsos de cada um e as tormentas que vão ao coração das nossas crianças. Sorria mesmo que isso lhe custe bastante.
Ø Use de amor e misericórdia para com os pequeninos. Pode chegar ocasião quando você será compelido a deixar sua igreja por causa da oposição de algum indivíduo ou de algum grupo dela. Isso tem acontecido a muitos ministros do evangelho. Se isso acontecer, saiba que deve manter a cabeça fria e quente o coração, isso honrará a Deus e trará benção para o seu coração.
Ø Se alguma hora sentir que errou em seu ministério, declare-o sem constrangimento perante a igreja. Os humilhados serão exaltados no Senhor. Sempre cometemos erros quando damos lugar às emoções, agindo impulsivamente trazendo alguns danos para o ministério. É melhor esperar por hora oportuna para falar ou fazer alguma coisa. Quando a tempestade amainar, quando o coração se acalmar, então será momento para fazer ou falar.
Ø O Pastor (a) deve ser bastante cauteloso (a) com o seu rebanho. Pela nobreza da vocação e pela alteza da causa de Deus que o(a) chama, seja prudente como as serpentes e simples como as pombas.
Ø Devemos ser cuidadosos para não sermos vaidosos, nem orgulhosos, complacentes ou negligentes, ciumentos, intolerantes, procedências estas do coração não preparado. Depois de vinte anos em que Davi ainda sentia dores de seus erros, declarou em Salmos 108 “O meu coração preparado está para render-Te louvores.” O pastor de criança deve deixar boas recordações na vida de seu rebanho, bons exemplos a serem seguidos.
Um Pastor de almas precisa ter:
A paciência de Jô; A plenitude do Espírito de Estevão; A fé de AbraãoA integridade de José; A mansidão de Moisés ; A obediência de SamuelA coragem de Davi; A amizade de Jônatas ; A fidelidade de EliasA simpatia de Isaias; A humildade de Jeremias ; A firmeza de DanielA sinceridade de Natanael; A consolação de Barnabé ; A pureza de TimóteoO amor de João ; O espírito evangelístico de Paulo

Fontes:
Livro Pastoreando as Crianças desta Geração (Claudia Guimarães)
Congressos diversos,
Adaptado para o NOBEC-2006

O líder segundo o coração de Deus


Alguém chegou a dizer: "Um visionário possui a capacidade para transformar o absurdo em algo formoso, converter o vil e depreciável em algo puro, e fazer do débil algo forte". O plano de Deus é conseguir líderes conforme á sua imagem, isto é, com caráter igual ao seu. O rei Davi começou desde criança a ser moldado para uma liderança segundo o coração de Deus. Ele venceu matando ursos e leões que queriam devorar as ovelhas de seu pai, para mais tarde derrotar Golias, inimigo dos exércitos de Deus. Logo se tornou rei em Israel e Deus fez um pacto perpétuo com ele e a sua descendência. Vejamos pelo menos cinco princípios que ajudam a formar o líder autêntico:
1º - Todas as coisas cooperam para o bem – Rm 8:28 – Davi, no campo, lutou com as feras, a fim de salvar as ovelhas de seu pai. Mais tarde, ele veio conquistar a batalha de Israel contra o gigante que vinha para destruir o povo de Deus. Outro exemplo é o de José, sendo maltratado pelos seus irmãos, chegando a ser jogado por ele numa cisterna e vendido para o Egito, onde foi caluniado por uma mulher e com isso condenado à prisão. Moisés é outro exemplo de líder que foi forjado na fornalha da perseguição de Faraó e no deserto de Mídia. As nossas experiências negativas poderão nos ajudar a ser o tipo de líder que Deus procura. Lemos de alguém que disse: "Quanto mais adversidades tenhamos na vida, maior será a força interior que desenvolveremos".
2º - Não há fracassados – Os grandes líderes da história foram forjados em tempo de crise. Alguém perguntou a Abraham Lincoln: "Você não está cansado de fracassar? Ele respondeu: Ainda não fracassei, a questão é que não obtive os resultados desejados". É bom saber que os pequenos fracassos devem ser vistos como experiências que nos levarão ao sucesso.
3° - É necessário assumir responsabilidades – Quem assume responsabilidade mostra maturidade. Toda pessoa que se compromete com a visão da igreja demonstra ter alcançado maior grau de maturidade. Quando nos colocamos nas mãos de Deus, flui do nosso interior uma força poderosa que não nos deixa fracassar.
4° - Compromisso absoluto – O líder que vê frutos em abundância é aquele que se entrega plenamente à tarefa. Precisa ter certeza de que a visão que se desenvolve só pode ser vivida genuinamente quando nos envolvemos com ele cem por cento. Nossa entrega não pode ser parcial, tem que ser total. Só assim poderemos receber a unção de inteligência que nos conduzirá ao sucesso desejado.
5° - Definição de metas a curto e a longo prazo – Certo escritor disse: "Metas são ladrilhos com que se constroem os propósitos". O verdadeiro líder se destaca por saber sempre para aonde vai. Concluindo: Pelos feitos do rei Davi, ele é lembrado como o maior rei que o mundo já conheceu. Pela sabedoria de Salomão, sabe-se que a terra não teve outro maior. Pelos feitos de Abraham Lincoln, ele é lembrado como um dos maiores reformadores que estabeleceu princípios de justiça social na América do Norte. As metas determinam a imagem do líder no presente e no futuro. Se você tem certeza de que é um escolhido por Deus para esta hora, coloque-se nas mãos dele, pague o preço desta escolha. Não seja acomodado ou covarde. Seja um vencedor alcançando o sucesso para o bem do Reino de Deus e sua eterna glória.